“É a quinta casa, depois do orelhão”

Em priscas eras, ele foi o melhor meio de comunicação para quem tinha algum ente querido ou pessoa amiga muito longe. Também era uma forma dos enamorados não perderem o contato. O jovem pretendente comprava algumas fichas que chacoalhavam e faziam barulho nos bolsos das calças – depois substituídos por cartões magnéticos que sempre entalavam…